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Certa Mulher - Murilo Mendes
(Imagem: Kenvin Rolly)
A linha do horizontePassa pelos teus cíliosTua fonte a inquietação murmuraA alta lâmpada do templo balançouPorque não brincaste nunca mais com o arcoNos lânguidos terraços.A onda vai e voltaNa esperança de te verO trevo de quatro folhasAchou-te.Estrelas gêmeas suspiram.
6 comentários:
Olha só a coincidência,
Menina,
também editei hoje no Balaio um poema do nosso querido Murilo Mendes.
Beijos.
Verdade, coincidênciamesmo.
É que gostamos muito dele.
"Metade pássaro" é um belo poema. Já o postei aqui.
bjos.
Pois é, Inês, eu ia justamente dizer que o nosso amigo Moacy tinha colocado um poema de Murilo hoje. Que bom você também o ter feito, se um Murilo é bom, dois é muito melhor. Um abraço.
Gracias por descubrirme la sensible e impactante poesía de Murilo Mendes.
Un abrazo
A onda vai e volta, e meu coração pula com as imagens tão instigantes do teu blog. Meu beijo.
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