domingo, 10 de maio de 2009

Objetos perdidos - Julio Cortázar

(Jean Auguste Dominique Ingres)


Por veredas de sueño y habitaciones sordas
tus rendidos veranos me acechan con sus cantos.
Una cifra vigilante y sigilosa
va por los arrabales llamándome y llamándome,
pero qué falta, dime, en la tarjeta diminuta
donde están tu nombre, tu calle y tu desvelo,
si la cifra se mezcla con las letras del sueño,
si solamente estás donde ya no te busco.

Um comentário:

Conceição Duarte disse...

............Adorei "a mescla das letras dos sonhos..." Lindo demais!

Quanto a comprar, é bom demais... Mas se apegar às coisas, é que é feio, ruim/ As vezes fico com o que é mais velho e dou o que é mais novo! Mas de anos para cá, me desprendi de muitas coisas e roupas. Nós não precisamos realmente de tanta coisa.

Menina há 15 anos, eu tinha uns 9 edredons. Imagina, para quê? Eu tinha em casa três camas! É demais, não é?! Lençois, perdi a conta e toalhas de mesa, idem...

Quando passo por lojas e vejo coisas novas, bonitas da moda, com cores, motivos, etc....fico enlouquecida. Um belo dia decidi que para minha cama, eu precisa de tres jogos de lençol. Troco uma vez por semana, e tenho sempre de um tempo para cá, tudo novo, em ordem... Quando ele fica velho... Ou meio "sambado" tiro da roda... Dou, deixo para cobrir algo... Ou entrego a quem necessita.

Os lençois, idem! Com máquina de lavar secar e pouco lugar pra guardar! .... Foi a melhor coisa que fiz na vida!

Assim podemos fazer com tudo... Entra o novo, sai o velho... Mas guardar tudo de forma mesquinha e para abarrotar os armários, não tem sentido.

E fazendo isso tudo, parece até que a vida anda mais fácil...

Muito legal, obrigada por sua passada lá!

BJ, CON